quinta-feira, 29 de março de 2012

Comunicado ao STF na ocasião do julgamento do recurso à ADPF 153 - Lei de Anistia





sexta-feira, 23 de março de 2012


NOTA PÚBLICA DE REPÚDIO a Manifestações de Militares

O Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça vem publicamente afirmar sua preocupação com as recentes manifestações de grupos de militares e de setores conservadores da sociedade em oposição à instalação e funcionamento da Comissão Nacional da Verdade.

Considerando que a Comissão Nacional da Verdade é fruto de um acúmulo de reivindicações e lutas sociais que têm por objetivo esclarecer as violações perpetradas no passado e refletir sobre o presente, a postura adotada por esses grupos representa grave afronta aos valores democráticos e aos direitos humanos.

A comemoração organizada pelos militares para o dia 29 de março de 2012, em celebração a data do golpe militar de 1964, ocasião em que assassinaram e torturam os que se opunham ao golpe, simboliza a postura de afronta à luta democrática por verdade, memória e justiça.

O Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça repudia a postura desses grupos que se orientam na contramão da luta democrática e da garantia de direitos.

Rio de Janeiro, 23 de março de 2012.
COLETIVO RJ MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA

sábado, 17 de março de 2012

 
NOTA PÚBLICA REFERENTE A SOLICITAÇÃO DE AUDIÊNCIA COM A EXMA. PRESIDENTA DA REPÚBLICA DILMA ROUSSEFF

Rio de Janeiro, 12 de março de 2012.

Tornamos pública nossa apreensão e descontentamento diante da ausência de qualquer resposta da Excelentíssima Senhora Presidenta Dilma Rousseff em relação à solicitação de uma Audiência Pública com entidades que lutam pelo Direito à Memória, Verdade e Justiça, protocolada em 11 de novembro de 2011.

A pauta desta audiência, como sabido, é sobre a Comissão Nacional da Verdade, instrumento cuja efetividade e sucesso dependem do modo como será composta e de como funcionará. Para tanto, reiteramos ser fundamental a participação da sociedade civil e vítimas e familiares de mortos e desaparecidos políticos nesse processo.

É extremamente preocupante que uma vez que a solicitação desta audiência tenha sido feita há quase quatro meses não tenhamos recebido nenhuma resposta. Acrescentamos ainda o fato de que este silêncio é facilitador para que manifestações extemporâneas de militares, que negam o direito à memória e à verdade e que apoiam o obscurantismo que reinou durantes tantos anos no país, ocupem com determinação espaços na mídia. Por tal motivo, pela expectativa e aproximação do início dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade e pela grande importância deste momento para o esclarecimento do que ocorreu no país, pelo fortalecimento da democracia brasileira, solicitamos um pronunciamento imediato da Exma. Presidenta da República a respeito do aqui exposto


Subscrevemo-nos,

Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça
O Comitê pelo Direito à Memória e a Justiça do Ceará,
O Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal
Comitê Baiano pela Verdade
Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu
Grupo Tortura Nunca Mais de Foz do Iguaçu
Coletivo Verdade e Justiça de Foz do Iguaçu-PR
O Comitê pela Justiça, Verdade e Memória de Niterói
Grupo Tortura Nunca Mais/SP,
Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça
GEDINP pela Memória, Verdade e Justiça (Centro Universitário Newton Paiva - MG)
Ana Maria Muller, advogada de familiares de desaparecidos políticos.

quinta-feira, 8 de março de 2012



NOTA PÚBLICA
Sobre a Prisão de Cláudio Vallejos, no Brasil. 

Diante da recente prisão por estelionato, em Santa Catarina do torturador Cláudio Vallejos, que trabalhou no maior centro clandestino de extermínio da Argentina, a Escola de Mecânica da Marinha, ESMA[1], onde desapareceram cerca de cinco mil pessoas nos anos 70, o Coletivo RJ Memória Verdade e Justiça entende ser fundamental que esteja assegurada a sua detenção em nosso país, e que os governos brasileiro e argentino considerem a relevância de seu depoimento para o esclarecimento dos crimes de lesa humanidade cometidos pela chamada Operação Condor, que envolveu ações de prisão, seqüestro e ocultação de cadáveres em países do Cone Sul.
Vallejos, segundo suas próprias palavras em 1986, apoiado no sentimento de impunidade reinante, declarou ter participado de 30 assassinatos e de conhecer as circunstâncias do desaparecimento em Buenos Aires do pianista brasileiro Tenorinho, Francisco Tenório, em março de 1976.
         Assim como na Argentina Vallejos deverá prestar depoimento e ser julgado por seus crimes, na Comissão Nacional da Verdade - em vias de ser implantada - poderá esclarecer os mecanismos de funcionamento da Operação Condor no Brasil, bem como o assassinato e a ocultação do cadáver do músico e cidadão brasileiro Francisco Tenório.


[1] Hoje Instituto Espacio para la Memória, centro organizado por entidades de direitos humanos da sociedade civil em parceria com o Estado argentino.   http://www.institutomemoria.org.ar/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Para Escrever uma Verdadeira História

Por: Rosário Amaral
Jornalista

 “É possível ouvir o testemunho do terror? É possível reparar o dano causado pelo terror? É possível agrupar as pessoas em torno destas interrogações, sem ceder ao medo e à negação?”Questões como essas acima soam como provocações que nos levam refletir, conforme aconteceu no III Seminário de Intercâmbio de Experiências Latino-Americanas em Saúde Mental e Direitos Humanos, realizado no dia 12 de janeiro, no Instituto Municipal Philippe Pinel , que tomou como tema central: "Clínica Política: Potência Grupal e Clínica do Testemunho”.
 

Buscando dar continuidade ao intercâmbio de experiências sobre a atenção aos afetados pela violência de Estado, iniciada em 2010, no Rio de Janeiro e em Buenos Aires, foram discutidos temas relacionados à construção da memória, da verdade e da justiça. Como produzir avanços no campo dos direitos humanos a partir do funcionamento da Comissão Nacional da Verdade em nosso país? Como criar condições de atenção clínica e jurídica às testemunhas que irão dar seus depoimentos na Comissão? Há uma relação entre os crimes de lesa humanidade cometidos no passado e na atualidade? O que podemos aprender com a experiência argentina que colocou os torturadores nos bancos dos réus e que nos instiga a buscar um desfecho similar aqui no Brasil? 
 

Ao abrir as atividades Vera Vital Brasil, membro da Equipe Clínico Política e membro colaborador da Escola de Saúde Mental do Rio de Janeiro, instâncias responsáveis pela organização do evento, justificou a ausência de alguns convidados e convidou o Coordenador do Projeto “Direito à Memória e à Verdade” da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Gilney Viana, ex preso político, para se pronunciar. Este discorreu sobre o compromisso da Secretaria de DH com a construção da Memória e da Verdade, com as políticas de reparação, e a importância histórica da Comissão Nacional da Verdade, que deverá ser instalada em breve.
 

O Seminário colocou em foco a necessidade de construir grupos, equipes profissionais, fortalecer os coletivos, criar corrente para esclarecer o que ocorreu na ditadura civil militar que matou, violentou, seqüestrou brasileiros e latino-americanos, construindo a memória dos que lutaram contra ela - até então invisibilizada na história oficial -, e contribuindo para o fortalecimento da democracia com respeito aos direitos humanos em todas as suas dimensões: econômica, política e social.

O psicanalista argentino Osvaldo Saidon, em nome da psicóloga Fabiana Rousseaux, diretora do Centro Fernando Ulloa da Secretaria de Direitos Humanos da Argentina, que não pode estar presente, discorreu sobre o trabalho de acompanhamento de testemunhas que vem sendo desenvolvido por aquela Secretaria de Estado nos julgamentos de responsáveis pela tortura e extermínio na Argentina. Este tema foi coordenado por Fernando Ramos, coordenador da Escola de Saúde Mental e teve como debatedores vários membros do Coletivo RJ Memória Verdade e Justiça: Colombo Vieira, ex-preso político, membro da Rede Democrática, que, dentre várias considerações críticas acerca da Comissão Nacional da Verdade, deu seu depoimento sobre as dificuldades enfrentadas logo após o longo período de prisão para a reinserção social de sua família; Fabio Cascardo, advogado, e Tiago Regis, psicólogo, trouxeram sua rica experiência em uma equipe multidisciplinar de atenção aos afetados pela violência de Estado nos dias atuais, e Vera Vital Brasil, da Equipe Clínico Política, apontou a importância da criação de suporte clínico às testemunhas que venham a depor junto a Comissão Nacional da Verdade, para além da necessária abertura total dos arquivos da ditadura.

Na apresentação do livro “Potência Grupal", que reúne textos sobre o tema dos grupos, publicação organizada por Osvaldo Saidon com a participação de Eduardo Losicer, um dos autores, abriu-se o debate sobre os “Dispositivos Grupais e a Clínica Política". Marta Zappa, coordenadora da residência em Saúde Mental, coordenou este debate que teve comentários de Eduardo Losicer, da Equipe Clínico Política, Marco Aurélio Jorge, psicanalista e professor da Fiocruz e Julian Boal, que discorreu sobre a história da construção inovadora de trabalho grupal do Centro do Teatro do Oprimido.
 

O debate do público participante foi fértil e se estendeu até às 22 horas. Vários apontaram casos de ex-presos políticos torturados que passaram pelo Instituto Pinel na época da ditadura, destacando o caráter punitivo desta medida, bem como a solidariedade de alguns profissionais que lá trabalhavam na ocasião.
 Destacou-se que é preciso potencializar as experiências, ainda difusas, para a construção da memória e da verdade, através da fala dos que sofreram a ação da violência e terror político do Estado brasileiro por mais de 20 anos. E de que é preciso construir caminhos para a justiça no país. 

Essas experiências e iniciativas têm ocorrido nas mais diferentes áreas da sociedade brasileira. A abordagem através do Direito, na busca da Justiça; na Cultura através das artes; na academia através da pesquisa, ou a exemplo da experiência inovadora dos psicólogos e psiquiatras da Equipe Clínica e Política que, através da escuta qualificada, tem contribuído para dar sentido à experiência dolorosa dos torturados e de seus familiares, dos que viveram na clandestinidade dentro e fora do país, dentre outros exemplos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Realizado o III Intercâmbio de Experiências Latino-Americanas em Saúde Mental e Direitos Humanos (Argentina-Brasil): "Clínica Política: Potência Grupal e Clínica do Testemunho”

No dia 12 de janeiro de 2012, foi realizado o III Intercâmbio de Experiências Latino-Americanas em Saúde Mental e Direitos Humanos (Argentina-Brasil), no Instituto Municipal Philippe Pinel, com o tema: "Clínica Política: Potência Grupal e Clínica do Testemunho”.
Buscando dar continuidade ao intercâmbio de experiências sobre a atenção aos afetados pela violência de Estado, iniciada em 2010, no Rio de Janeiro e em Buenos Aires, foram discutidos temas relacionados à construção da memória, da verdade e da justiça. Como produzir avanços no campo dos direitos humanos a partir do funcionamento da Comissão Nacional da Verdade em nosso país? Como criar condições de atenção clínica e jurídica às testemunhas que irão dar seus depoimentos na Comissão? Há uma relação entre os crimes de lesa humanidade cometidos no passado e na atualidade? O que podemos aprender com a experiência argentina que colocou os torturadores nos bancos dos réus e que nos instiga a buscar um desfecho similar aqui no Brasil?

Estiveram presentes no debate:
Vera Vital Brasil, membro da Equipe Clínico Política e membro colaborador da Escola de Saúde Mental do Rio de Janeiro;
Gilney Viana, Coordenador do Projeto “Direito à Memória e à Verdade” da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República;
Osvaldo Saidon, O psicanalista argentino, integrante do Centro Fernando Ulloa da Secretaria de Direitos Humanos da Argentina sobre o Acompanhamento de Testemunhas;
Fernando Ramos, coordenador da Escola de Saúde Mental
Colombo Vieira, membro da Rede Democrática e do Coletivo RJ Memória Verdade e Justiça;
Fabio Cascardo, advogado integrante do Coletivo RJ Memória Verdade e Justiça;
Tiago Regis, psicólogo integrante do Coletivo RJ Memória Verdade e Justiça;

Na apresentação do livro “Potência Grupal",  publicação organizada por Osvaldo Saidon, participou Eduardo Losicer, da Equipe Clínico Política; , Marco Aurélio Jorge, psicanalista e professor da Fiocruz; Julian Boal  e Marta Zappa, coordenadora da residência em Saúde Mental do Instituto Pinel.

Vejam algumas fotos:




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Adesão a Campanha "CUMPRA-SE", pelo Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça

Em 13/12/2011, no marco do período de 1 ano após a publicação da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso que julgou as violações perpetradas pelo Estado brasileiro no âmbito da repressão à Guerrilha do Araguaia, o Coletivo RJ aderiu ao movimento CUMPRA-SE de iniciativa do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, para pressionar o Governo Brasileiro pelo cumprimento integral da sentença.

Na ocasião, foi feito um movimento de distribuição de folhetos informativos sobre a campanha no Aeroporto Santos Dumont e uma manifestação pública do Coletivo RJ, em evento na OAB-RJ para o lançamento do livro 'Desafia o nosso peito', de Adail Ivan de Lemos.





Neste sentido, o Coletivo RJ torna pública a seguinte manifestação de apoio:

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CUMPRA-SE
O Estado brasileiro precisa CUMPRIR INTEGRALMENTE a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Araguaia!

Há trinta anos, famílias de presos políticos pedem explicações à justiça brasileira sobre o paradeiro de seus filhos, irmãos, maridos, esposas, e pais que foram vítimas de desaparecimento forçado pelo aparato repressivo do Estado no combate à guerrilha do Araguaia.

Em 1982 as famílias entraram na justiça com uma ação civil buscando saber o paradeiro de seus familiares, as circunstâncias dos desaparecimentos e os respectivos responsáveis. Como não houve resposta alguma, os familiares em 1995, recorreram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos que, por sua vez, encaminhou o caso para a Corte Interamericana. Enquanto isso, em 2003, a justiça brasileira expediu a sentença da ação civil, condenando o Brasil a abrir os arquivos das Forças Armadas para informar, no prazo de 120 dias, o local do sepultamento desses militantes, o que até hoje não ocorreu.

A Corte Interamericana julgou o caso internacional e condenou o Brasil, em novembro de 2010 pelos desaparecimentos forçados dos membros da Guerrilha do Araguaia e pela falta de investigação e responsabilização dos envolvidos. A sentença diz claramente que a Lei de Anistia de 1979, está em contradição com a jurisdição internacional de direitos humanos quando impede que os torturadores e assassinos da ditadura sejam julgados.

Em 1992 o Brasil ratificou a Convenção Americana de Direitos Humanos e reconheceu, em 1998, como obrigatória a competência da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

É grave: se o Estado brasileiro não cumpre a lei, que autoridade terá para pedir aos brasileiros que a cumpram?

O Coletivo RJ pela Memória, Verdade e Justiça entende que é indispensável o cumprimento integral da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos pelo Estado brasileiro para esclarecer o que ocorreu com os mortos e desaparecidos políticos, para romper com a impunidade dos crimes da ditadura, fazer justiça e fortalecer a democracia. 


CUMPRA-SE
Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2011                 coletivorj@rededemocratica.org
                                                                                                       www.coletivorj.blogspot.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Inauguração do Memorial no Cemitério de Ricardo de Albuquerque

No dia 11 de dezembro foi realizada ato de inauguração do Memorial dos Presos Políticos da Ditadura, no Cemitério de Ricardo de Albuquerque. O Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça esteve presente.
"O projeto, idealizado pelo Grupo Tortura Nunca Mais/RJ, é composto por 14 totens espelhados que levam os nomes dos homenageados. Os ex-políticos terão suas ossadas depositadas em caixas, num grande túmulo de granito. O trabalho de exumação das 2.100 ossadas depositadas como indigentes em valas de Ricardo de Albuquerque, vizinha ao Campo de Gericinó, foi iniciado há exatos 20 anos. Depois de serem recuperados e guardados no IML de Campo Grande, foram transferidas para o Hospital de Bonsucesso, entidade indicada pelo CREMERJ que oferecia local adequado para a catalogação dos crânios e arcadas dentárias" (Jornal do Brasil)




Os 14 militantes políticos assassinados, cujas ossadas foram encontradas na vala clandestina, foram:
1 – Almir Custódio de Lima (PCBR): 1950-1973
2 – Getulio D’Oliveira Cabral (PCBR): 1942-1972
3 – José Bartolomeu Rodrigues de Souza (PCBR): 1949-1972
4 – José Gomes Teixeira (MR8): 1941-1971
5 – José Raimundo da Costa (VPR): 1938-1971
6 – José Silton Pinheiro (PCBR): 1948-1972
7 – Lourdes Maria Wanderlei Pontes (PCBR): 1943-1972
8 – Luiz Guilhardini (PCdoB): 1920-1973
9 – Mario de Souza Prata (MR8): 1945-1971
10 - Merival Araújo (ALN): 1949-1973
11 – Ramires Maranhão do Valle (PCBR): 1950 - 1973
12 – Ranusia Alves Rodrigues (PCBR): 1945 - 1973
13 – Vitorino Alves Moitinho (PCBR): 1949 – 1973
14 – Wilton Ferreira (VAR-PALMARES): ? - 1972

sábado, 5 de novembro de 2011

Ato Público do ColetivoRJ Memória, Verdade e Justiça

Coletivo RJ organiza ato público para pedir participação da sociedade civil na Comissão da Verdade

Notícias sobre o ato foram publicadas em: JB, Agência Brasil, Band, MSNSRZD. O ato também teve a cobertura da TV Brasil, em reportagem para o Repórter Brasil.

Entidades da sociedade civil querem garantir a participação na Comissão da Verdade, aprovada na última semana pelo Senado. A comissão tem o objetivo de apurar violações aos direitos humanos cometidas no Brasil entre os anos de 1946 e 1988. Para mostrar a disposição de colaborar com o trabalho da comissão e pedir mais espaço nesse processo, um ato público foi organizado pela entidade Coletivo RJ – Memória, Verdade e Justiça, na tarde de hoje (3), na Cinelândia, no centro do Rio.



O ato foi realizado na Cinelândia, Rio de Janeiro, e contou com a participação de integrantes do OcupaRio.